(Source: furples, via incapabl3-deactivated20130509)
(Source: furples, via incapabl3-deactivated20130509)
It’s sad when you think you’re strong enough to handle the truth and than you realize you’re not even close. You make yourself strong and firm, and say you can go true it all, but when you less expect the pain comes knocking on your door. It’s hard, you know? Swallowing every tiny bit of bittersweet tears and pretend it didn’t make a differences. But it did, a big one, and sometimes it’s ok to cry, ok to want to shut down, it’s what normal people should do. But of course, I’m not normal. I write it down in another language so that only few people can read it. I act, pretend it didn’t hurt me, or that I don’t even remember. But I do, and even though it’s been so long, we still remember the awful feeling of hearing those words. That cold going down your spine and you’re eyes flickering. It’s all part of that process, growing up and learning how to deal with bad moments and emotions. But even though you forgive, you don’t forget, and even if things are going so well, you keep wishing someone could love you so hard, but so hard, that it hurts, and you’ll love them back.
But in a world where love means pain, that’s never gonna happen, and I’m left with songs, poems, and a feelings of wanting to make friends that don’t even want to talk to me. Only because I want to ignore the dark side. The same side that’s been eating me alive for so long. What’s wrong with me after all, should I just close my eyes and go back to my fake reality where I say I’m ok and I’m really not? Or should I get down on me knees and beg to feel no more? The truth shall set you free, but why does it make me feel like I am a prisoner of my own feelings? Why do I want to disappear and maybe spend my whole afternoon alone inside a quiet and lonely place where no one can hurt me? I don’t wanna go there…
Let’s just, forget. At least for now.
Depois de rir e analisar muito o meu post anterior para que todos tivessem entendido e dado risada, afinal foi cômico -Ou não-, eu percebi que o meu Cry For Help, não foi visto por meus caros colegas do Facebook, logo… Não tive leitores -Or did I?-Mas, como qualquer e boa pessoa que não consegue deixar de por suas ideias em uma pedaço de papel -Ou numa tela de LED, if you know what I mean- ou em uma música, eu PRECISO escrever, e como escrever músicas se diferem bastante de escrever o que está na sua mente, pode acreditar que você tá absorvendo a parte séria da ideia. Eu fico profundamente irritada quando não consigo me livrar deste peso de palavras que ficam zanzando minha mente e por fim eu me sinto um pouco… Mal humorada? - Pausa, minha sobrinha quer me mostrar uma coisa- E eu aqui lutando comigo mesma pra não excluir esse texto. A verdade é que, eu sou o tipo de pessoa que escreve o que vem na mente - ao menos neste momento - mas se você observar meus outros textos, pode ter certeza que meu forte é ficção. Escrever qualquer coisa que seja fictícia, ou uma narrativa. Você que sabe. E eu to precisando fazer isso! Então te trago uma proposta… Dê uma ideia pra mim, me fala seu nome e me dê um tema nos comentários.
Peace out!
(Source: profetizo, via ostonsdoamor)
Ela abriu os olhos… ainda estava escuro e aos poucos sua visão foi se ajustando à falta de luz. O branco azulado do teto não lhe trazia memórias, mas a fazia pensar no que a esperava. Talvez um novo começo, um novo dia com novas pessoas. Mas no fundo ela sabia que teria que tomar uma decisão. “Decisão para o que”? Você se pergunta. Bom, so ela sabe. Todos os dias vivemos situações que exige de nós uma decisão. O telefone toca, é apenas o despertador. Ela tinha essa mania de programar pra despertar três horas antes do normal para se acostumar com a falta de sono. O som chato era escutado mais quatro vezes na noite. Porém nos últimos dias ela têm acordado antes do primeiro despertador… ela havia trocado o dia pela noite. Não por querer, mas porque sua mente queria dizer-lhe algo… “Pense direito”, “Você acha que isso vai dar certo”?, “Você tem muitos problemas”. Ela começa a rir irônica mentalmente. “E dormir é um deles” ela pensa. O chão está gelado e seu gato passa por entre suas pernas miando. Ela abaixa levemente e acaricia o gato.
Ela se olha momentaneamente no espelho central do banheiro. Ela não é feia.. cabelos castanhos longos com mechas loiras, olhos azuis, ela sorri e começa a rir da e sua cara de sono. E se apressa pra resolver o problema que está afetando-a ha tanto tempo, hoje ela teria que tomar uma decisão. E não seria uma decisão fácil a se tomar…. muitas pessoas se prejudicariam. Ela pisca algumas vezes e vai até a geladeira na cozinha, tira um pacote de ovos e anda até a sacada de seu quarto. Está fechado. “Que ideia idiota, como posso ser tão fraca”? Ela respira fundo e abre a sacada, anda até a ponta e olha pra baixo… Ela respira fundo novamente, abre a caixa de ovos, pega um em sua mão e joga!
-Eu quero dormir, idiotas!
Ela grita pro grupo de pessoas barulhentas que agora estão olhando assustadas para o carro que toca funk com um ovo quebrado no capô.
Ela pega outro e joga, o grupo se dispersa, meninas gritando e o carro se afasta. Ela espers mais um momento e observa para se assegurar de que eles se foram. Ela dá meia volta, fecha a sacada, anda lentmente até a cozinha onde deixa a caixa vazia de ovos, pega uma caneta e anota no papel de compras colada à sua geladeira. “Ovo”. Apaga a luz, faz carinho em seu gato e volta pra cama, onde ela desliga o alarme e deita olhando para o teto novamente… Todos os dias temos que tomar decisões.